ShareThis

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Pontos de Relacionamento: do RPG para a vida e vice-versa

Para completar nossa média de quatro posts por mês, estou trazendo um post longamente planejado.
O RPG é um jogo de interpretação e blábláblá. Uma das suas características é tentar quantificar uma realidade (não necessáriamente realisticamente como a física), de modo que, seja simples o suficiente para os jogadores conseguirem resolver incertezas e conflitos de forma relativamente fácil em seu jogo, quantifica-se até o aspecto social.Outra característica freqüentemente presente nos RPGs são os pontos por benefícios, ou seja, são pontos onde, após acumulá-los no jogo, você pode gastá-los em vantagens para seu personagem, seja ela imediata ou duradoura. Por exemplo: pontos de experiência, pontos de ação, pontos de mana, etc.
Daí que surgem os pontos de relacionamento. É uma quantificação simplificada do aspecto social de um casal, são usados para saber quais os limites do relacionamento deles. Os pontos de relacionamento são distribuídos para o cara (mulheres no RPG é apenas um mito, e normalmente de mal gosto), e ele administrará os pontos para conseguir privilégios com sua mulher. Isso funciona bastante bem na vida real (não quero dizer Ragnarok nem WOW, embora deva funcionar lá também), e você pode usá-lo para seu relacionamento também. Veja formas de ganhar pontos de relacionamento:

  • Dando um presente especial para ela (caro)
  • Conhecer os sogros (e agradá-los, mostrando como você tem dinheiro)
  • Dando chocolate para ela (Copenhagen ou mais caro)
  • Fazer compras com ela (você pagando, sem fazer cara feia e ainda por cima carregando as compras)
  • Levando ela para um restaurante (sem dividir a conta)
  • Comprar um carro e servir de motorista para ela
  • Acabando com sua vida social para estar exlusivamente com ela
  • Essa é para reconciliação-> se humilhando em frente dela (não a deixe envergonhada no processo, só perderá mais pontos)
  • Viagem romântica (e luxuosa) internacional
  • Elogiando-a (esse não vale quase nada)
  • Pontos master ultra super- dar um cartão de crédito ilimitado para ela
Como visto, o jeito mais fácil e eficaz é usando dinheiro. É claro que tem coisas que o dinheiro não compras, peraí, não tem não, o dinheiro compra TUDO, retire o que eu disse. Mas o mais importante não é como ganhar, mas como gastá-lo (em ordem de custo):
  • Escapar de um compromisso chato com ela
  • Dança erótica
  • Combinar de não trocarem presentes
  • Casar (toma cuidado com esse aqui, não vale a pena)
  • Sexo oral
  • Sexo normal
  • Deixar de visitar a sogra
  • Outra posição sexual qualquer
  • Ménage à trois
  • Sexo em público
  • Ménage à quatre
Vale como observação que gastar e perder são totalmente diferentes. Quando você gasta, existe um controle muito maior e geralmente não há efeitos colaterais. Porém, quando você perde (e.g. saiu numa bebedera sem avisar e passou vergonha e/ou traiu ela e/ou engravidou ela sem ela sem ela saber), não há controle de quantos pontos irão desaparecer e há muitos efeitos colaterais, ou seja, se fudeu, prepare-se para ter que se humilhar.
Espero que tenha apreciado as dicas e que melhore seu relacionamento.

O MCS não se responsabiliza por mal uso desse método, ou pelo próprio uso.

Continue lendo >>

domingo, 27 de setembro de 2009

Splatter: 5 Anos escrotizando quem ta de boa

Hoje, dia 27 de setembro de 2009, é aniversário da instituição que está entre as mais conceituadas da atualidade: O Splatter.

São 5 anos de dedicação à zoada e ao caos. Vamos, então, a um breve histórico dessa galerez que sabe curtir que é foda.

O início

No início era o caos. Bom, na verdade desde o início é o caos. Estamos no ano de 2004 no então Centro federal de educação Tecnológica do Espírito Santo. Cerca de 1300 alunos de de esnsino médio comoandavam a escola. Os donos do pedaço eram o PCC - Primeiro Comando do Cefetes, reinados por Baioco e Amaral. Seu lema era zoar.

Nesse ano alguns jovens, principalmente da turma M7 daquele ano, costumavam se encontrar nos pavilhões e corredores da escola e pereberam que tinham uma característica em comum: a zoada forte.

Não existiam tabus para o humor: brancos e negros, ricos e pobres, mulheres e homens, deficientes e não-deficientes, funkeiros e seres humanos eram tratados da mesma forma pelo humor ácido e destruidor desses baluartes.

Em um momento perceberam que não eram mais um bando de amigos, mas sim uma família. e como toda família precisavam de um nome. A princípio foi escolhido o nome de Rob Guirosh Guidoy.

A iluminação

Eis que um dia, mais precisamente no dia 27 de setembro de 2004, ao caminhar pelos pátios verdejantes do Cefetes, membros do então Rob Guirosh avistaram uma figura luminosa no céu. Era uma criatura mística. Voava mas não possuia asas. Possuia um bico lustroso e pelos marrons. Seu corpo esferóide estava coberto de chamas douradas que não quimavam, mas traziam a paz.

Era o Kiwi Fênix.

A criatura se aproximou e todos ficaram paralisados. De repente um clarão cegou todos que viam a Fênix e um som mágico de harpas e death metal foi ouvido. Quando tudo voltou ao normal uma palvra foi pronunciada debilmente por um dos membros que ali estava: SPLATTER.

A partir de então, nasce o Splatter.

A Ascenção

O Splatter durante seus dois primeiros anos foi só alegria. Diversão era garantida pelo mundo afora e, principalmente, no Cefetes. Esportes como Escrotobol e Bat-Destroyer fizeram a cabeça da molecada. O cardgame Gonti-ji-oH! virou febre. A zoada era boa, a comida era farta. Cada vez mais pessoas se juntavam ao movimento Splatter.

Parecia que aquele momento lindo duraria para sempre. Parecia.

Muitos membros do Splatter começaram a se sentir incomodados com aquele voluptuoso sucesso. Muitas pesoas se diziam Splatter e isso não agradava gregos e trianos. De um lado havia aqueles que eram a favor da expansão e colonização. Outros achavam melhor manter a trueness e manter o espírito daquele gurpo inicial que poderia ser corrompido por outrem.

O sucesso era cada vez maior, o segundo aniversário do Splatter foi memorável e contou com quase um milhão de pessoas. Esse momento foi a gota d'água para muitos.

A Queda

O final de 2007 e o ano de 2008 foram devastadores para o Splatter. Muitos membros saíram do Cefetes, o que divicultava cada vez mais a interação e a arquitetura de planos de dominação mundial. Rixas, intrigas, inveja, ploc monsters e fuzarca estavam em voga no momento. Muitos discutiam sobre o futuro do Splatter, que ele devia acabar, outros diziam que nunca iria morrer. Alguns outros diziam que nunca deveria ter nascido. As coisas não andavam muito bem.

Perdas irreparáveis

O ano de 2008 foi certamente o mais terrível para a história do Splatter. Dois grandes amigos se foram desse mundo e deixaram saudades: Luciano e Cuspe. Certamente de todas as pessoas que conhecíamos, essas eram a que menos mereciam isso. A corvadia, tirou a vida de um, o acaso a vida de outro.

De certa forma essas duas perdas serviram para reunir as pessoas que estavam meio separadas e reatar os laços de amizade. Foi um ano muito duro e só a amizade verdadeira pôde trazer um pouco de conforto :D

Splatter never dies!

Tudo bem que cada um foi para seu canto e as diferenças continuam, mas, do seu jeito, o Splatter continua sua empreitada para a escotização geral. Eventos de sucesso como o Ano-Novo Splatter, Tiradentes e Pau do Rock servem para reunir os velhos amigos e lembrar que, não importa o que aconteça, desde 2004 somos e sempre seremos uma família.

Que venham os próximos 5 anos!

Continue lendo >>

sábado, 26 de setembro de 2009

AS MULHERES E “O ENIGMA DE ROSE”


Quero começar esse post com uma frase que provavelmente gerará em vocês, leitores, um sentimento de pena para comigo. Só peço que mesmo após lerem esta frase tão ridícula vocês terminem a leitura. Enfim:

"EU NÃO ENTENDO AS MULHERES"


(Todo o universo aponta e ri).


Por que elas complicam tudo? Por que elas são tão egoístas?


Isso me fez pensar no "O enigma de Rose". Há dois anos atrás estava filosofando na minha antiga escola (lê-se matando aula e bebendo dois litros de refrigerante de laranja com um canudo) quando pensei:


"Por que Jack e Rose não revezaram em cima daquele pedaço de madeira?"


Meditei bem e cheguei à conclusão de que ela foi uma bela de uma desgraçada! A maldita poderia ter falado:


- Aê, seu filho da puta! Fica aqui um pouquinho. Talvez você sobreviva. Talvez o seu piru não vire uma bolinha de gude.


Mas NÃO! Ela preferiu deixá-lo morrer!


Nada disso teria problema, uma vez que se trata de uma de uma ficção. O problema é se a sua namorada, ao ver o filme, te bate e diz: "Aposto que você não faria isso por mim!".Ela simplesmente se esquece de que nós lutamos nas guerras para protegê-las, nós temos de pedir a permissão dos pais delas para namorá-las. Ela se esquece de quando você pega duas horas de engarrafamento para vê-la ou de quando você aparece na janela dela com oito mariachis mexicanos pra fazê-la rir. Elas não fazem idéia do quanto nos esforçamos para agradá-las (seja lá qual for o motivo que leve ao esforço).


Sabe...


EU REALMENTE NÃO ENTENDO AS MULHERES!


Por que elas pensam tanto na "relação" em algumas situações e em outras parecem não dar o menor valor aos seus cérebros? Exemplo:


Se no seu aniversário a sua namorada lhe der um par de meias e uma camisa e você, por alguma razão qualquer entre o céu e a terra, aparecer na casa dela com a camisa, porém de chinelo, eu aposto o sangue da minha cachorra como ela dirá: "Sabia que você não tinha gostado das meias". Nessa hora você conta até o número de Avogadro, respira fundo e suporta. Às vezes se submete (e o faz torcendo pra que nenhum dos seus amigos saiba). Então ela pára de falar com você. Você escreve, trabalha, quase se circuncida, desenha a macaca... E um dia:


-FIM. Estou cansada. Pegue seus carrinhos e vá embora.


Prometo que é a última:


EU NÃO ENTENDO AS MULHERES!


Tudo isso me fez questionar os motivos pelos quais Deus não deu um X - Box para o Adão. Entretanto agora é tarde pra esse tipo de indagação, uma vez que nós homens de verdade* não conseguiríamos mais viver sem os pei... as mulheres. Termino esse desabafo com um pouco de poesia. Com um trecho que expressa toda a minha angústia perante o problema insolúvel de nós homens e foi feito por Vinícius de Moraes parodiando sua própria obra. Frase de gênio. E Sim! O Jungle é mais do que apenas esquizofrenia, depravação, divagação em respostas e palavrões aleatórios. Quem conhece sabe que o Jungle é tudo isso na verdade, mas Jungle também é sentimento, o Jungle também é cultura, porra. Então lá vai:


"Mulheres, melhor não tê-las.

Mas se não tê-las,

COMO COMÊ-LAS?"

(ele disse isso mesmo!)



* O Movimento Cultural Splatter desconsidera palhaços, jóqueis, Jogadores de tênis-de-mesa, escutadores de Maroon 5, e os dois emos/funkeiros/pedaços inúteis de matéria a base de carbono do Bonde do Stronda.


Por Jungle


Continue lendo >>

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Jornalismo Alternativo

Desde os primórdios o jornalismo sofre com as suas regras rígidas e padrões extremamente chatos, porém que era o suficiente para informar bem uma pessoa com QI padrão. Porém, nos últimos anos, o QI teve que ser reajustado inúmeras vezes para acompanhar a queda da média da inteligência das pessoas.
O QI é calculado a partir da média da "inteligência" das pessoas, ajustado para 100, e um desvio padrão fixo. É claro que o Brasil sendo Brasil não tem QI de 100, mas de 87, segundo o ISSS (Instituto Splatter de Super-Savantes). A queda de QI, no entanto, não ocorre simplesmente no Brasil, mas no mundo como um todo, inclusive nos países desenvolvidos. Isso é fácil de verificar empiricamente, basta observar os programas populares de televisão e o interesse musical da maior parte da população contemporânea.
"Felizmente" uma nova onda de jornalismo está sendo criada para agradar as novas parcelas da população. Abaixo, encontra-se os principais meios de jornalismo alternativo, tanto para os pseudo-intelectuais quanto para os homo-inabilis.

Jornalismo de Esquerda: Cansados da freqüente manipulação da direita sobre as notícias, ativistas de esquerda protestam divulgando as notícias manipuladas por eles. Esse tipo de jornalismo não consegue alcançar as massas porque consegue ser mais chato que o jornalismo padrão. Ocorre: em blogs espalhados pela Internet, jornais universitários, propaganda política de partidos de esquerda, também tente o site www.midiaindependente.org, e se gostar, não volte mais aqui. NUNCA MAIS. Brincadeira...NOT. Assuntos freqüentes: Che, conspiração de direita, governos populistas, Che, passe livre, maconha, ditadura da direita, resistência governista, Che, Bolivarianismo, freegans, anarquismo, já escrevi Che?

Jornalismo Amador: Existem dois tipos de jornalismo amador: aquele feito por pessoas sem o curso apropriado que acha que consegue escrever melhor do que os jornalistas "colei para passar" que fazem o jornal cidade (o pior que alguns realmente são melhores) ou simplesmente querem aparecer; e aquele feito pelas grandes empresas de jornalismo, onde ao invés de usar uma pessoa formada e com algum grau de instrução, apresenta a reportagem alguém famoso. Não se surpreenda se algum dia você ver na televisão Jonas Brothers News.



Jornalismo de "tablóide": Tablóide é originalmente um formato para o jornal, hoje em dia, porém, significa um jornalismo com alto teor sensacionalista. Segue algumas premissas básicas, como por exemplo: se for verdade é chato, não divulgue sua fonte, se divulgá-la, tenha certeza que ninguém poderá verificá-la, sempre acrescente um monstro que seu jornal ficará irado(e.g. 90% das aparições, pé grande, chupa-capra, et, monstro do Paraná, etc.).

Jornalismo Pornográfico: Muitas jornalistas conquistaram o imaginário sexual de inúmeros homens (e algumas mulheres), os produtores da tv percebem isso e decidem juntar a indústria mais lucrativa do mundo com as notícias. Temos então desde jornalistas russas que fazem strip durante o programa, até âncoras japonesas que apresentam as notícias durante um bukkake. Esse jornalismo só não é o mais difundido por causa de severas restrições vinda dos governos de todo o mundo, uma pena.

Jornalismo Capixaba: Na verdade, o jornalismo capixaba é um sub-conjunto dentro de jornalismo regional, mas único em várias formas. Primeiramente, é o único jornalismo regional brasileiro que seus apresentadores não apresentam algum tipo de sotaque engraçado. Sua unicidade está mesmo no sentimento das emissoras de possuir apresentadores o mais descolados e espontâneos possíveis. É o caso de um dos apresentadores regionais mais vistos em todo Brasil: Amaro Neto. Ele apresenta o Balanço Geral, ele é único em quesito humor, improviso e excentricidade. Confira o seu vídeo que é um dos mais assistidos.



Você que cansou do jornalismo tradicional tente um dos jornalismo acima, talvez você não saia informado, mas no mínimo se divertiu (ou ficou puto, tanto faz).

Continue lendo >>

  ©Movimento Cultural Splatter - Todos os direitos reservados.

Template by Dicas Blogger | Topo