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domingo, 24 de janeiro de 2010

Colunna D´Agostino: Quem vê cara não vê piru


Bongiorno. Me chiamo Gigi D´Agostino e la mia Colunna parlerà sobre tutti! Sou formado em história do fascismo pela UniBAN e dj nas horas vagas. Também falo merda nesse blog sempre que possível e pratico bike trial na praia de Camburi com meu labrador Vincenzo.
La Colunna D´Agostino de hoje vai tratar de um assunto muito, muito polêmico, um caso de saúde pública que anda preocupando as maiores autoridades em piru na OMS. É a Síndrome do Pau de Grego. Mais conhecida como "rola encroada" ou piruzinho, essa síndrome não consegue respeitar ninguém, não importa sua classe social, religião, QI ou sexo.
Descoberta por Ricardo Macchi no documentário em tempo-real "As Bombas de Hércules", a doença atinge principalmente caras bombados em idade mental pré-escolar, mas também pode se manifestar em travestis hermafroditas, como é o caso dessa moça (esse rapaz, que prefere ser chamado de moça):
Lady gaga, cantora e transsexual. Seu hit Joker Face é um dos mais tocados na playlist da C&A
Apesar do problema de dicção e de ter uma bimbinha no meio das pernas, Lady gaga enfrentou todos os preconceitos e fez sucesso no mundo do showbusiness. Diva do pop ou homem de negócios? Essas duas facetas se confundem em Lady gaga tanto quanto seus órgãos genitais proeminentes, e foi sobre isso que falamos com essa dama de paus da cultura pop.
Gigi D´Agostino: Lady gaga, é verdade que você sofreu preconceito quando descobriram que você era portadora da síndrome?
Lady gaga: É, no começo eu pensei que fosse pelo fato de eu ser um travesti e ficar gaguejando as sílabas das minhas músicas à exaustão, mas depois eu lembrei da Cher e do Will I am, e comecei a desconfiar que meu problema fosse algo mais escroto.
Gigi: E quando você descobriu que seu problema estava além do gogó?
Lady: Quando eu estava no vestiário do Rockgol com a Cher, Scatman John e Will I am. Tive que ir mijar no banheiro de deficientes de tanta vergonha.
Ali-G: Pode crer.
Depois dessa entrevista super descontraída, Lady gaga pediu pra cagar e foi embora, mas não sem antes deixar algumas dicas de como saber se uma pessoa tem a Síndrome:
Dica nº 1 - Se você tem o apelido de Buscapau após uma garota colocar as mãos nas suas calças e precisar da ajuda de um GPS pra encontrar sua bimbinha.
Dica nº 2 - Se você não gosta que falem contigo enquanto está malhando.
Dica nº 3 - Se você malha.
Dica nº 4 - Se você chega do nada pra garotas desconhecidas falando sobre o quanto outras garotas são gostosas e reclamando que mulher é tudo igual (ou você pode ser apenas homossexual).
Dica nº 5 - Se você tem um carro enorme e fica ouvindo funk dentro dele na maior altura achando que isso vai disfarçar a sua clara incapacidade peniana.
P.S.: Esse post é um oferecimento da banda Lady gaga cover, o MCS não se responsabiliza por N-A-D-A.
Gigi D´Agostino não tem miséria de piru. São 11,5 cm de puro prazer... Mole.

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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Covers: Homenagem ou Humilhação?

Olá, pessoal. Temos postado diversos assuntos aqui no blog. Já houve posts sobre meio-ambiente, artes marciais, ciência, entrevistas e até sociologia. Após uma boa leitura eu percebi que carece de posts sobre música. Bom temos um post memorável sobre música, mas é um assunto que, de fato, deveria ser discutido mais.


Vamos ao que interessa!

Toda a banda tem seus ídolos e suas influências musicais. O Pink Floyd tem esse nome graças à admiração do fundador Syd Barrett pela arte dos músicos Pink Anderson e Floyd Council, do blues. O Dream Theater, banda de metal progressivo, já fez covers de álbuns inteiros de suas bandas favoritas. Michael Jackson é a maior influência musical do pop para artistas de todos os gêneros.
Não é de se espantar que hajam tantos covers. Todos o artista gosta de fazer sua homenagem, sua releitura, mas às vezes, a homenagem se torna uma voadora na memória do "ídolo".

Aqui estão 5 covers que eu considero muito fodas e 5 que deveriam ser obliteradas da história.

COVERS QUE MERECEM SER OUVIDAS

Feelings
Versão original: Morris Albert
(video feito no movie maker lol)



Essa é uma música que, se não é a mais regravada, é uma das mais regravadas da história. Morris Albert é o nome artístico de Maurício Alberto Kaisermann, um cantor e compositor brasileiro que criou essa que é um clássico das canções mela-cueca.

Versão cover: The Offspring
(somente audio)



Eu sempre tive preconceito, com o Offspring e com o punk, é verdade. Mas é verdade, também, que sempre achei esssa musica muito divertida. O album " Americana" foi lançado lançado dia 17 de novembro de 1998 pela gravadora Columbia Records e vendeu aproximadamente 13 milhões de copias. Acho que o Offspring não faz feio quando o assunto é pegar uma ideia de alguém, como em Why Don't You Get a Job, cujo refrão é descaradamente plágio de Ob-La-Di Ob-La-Da (um infortúnio) dos Beatles.

Destaque para a alteração circunstancial ds palavras love por hate que o Offspring fez.

Live and Let Die
Versão original: Paul McCartney and The Wings



Live and Let Die foi gravada em 1972 e foi trilha sonora do filme homônimo do agente 007 em 1973, se tornando, até então, o tema de abertura de mais sucesso dos filmes do espião.

Versão cover: Guns n' Roses



É uma versão muito boa mesmo. A linha de metais ficou muito legal e a versão é um pouco mais hard que a do Paul. A cover foi lançada em 1991 no album Use Your Illusion 1.

Astronauta de Mármore (Starman)
Versão original: David Bowie



Essa grande canção de David Robert Haywood-Jones (nome verdadeiro de Bowie) foi gravada na época mais pirada do artista, quando ele incorporava o personagem Ziggy Stardust. A canção Starman é a número 4 do álbum
The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars lançado em 1972 pela RCA Records.

Versão cover: Nenhum de Nós



Todo mundo já ouviu essa música. Provavelmente todos gostam dessa música. Realmente é uma versão muito boa. Em contrapartida ninguém tem nem ideia de quem seja Nenhum de Nós a não ser por essa canção. Se não fosse pela internet (o meu conceito de Deus) nunca saberia que essa música é do álbum Cardume de 1989 e ganhou versão brasileira na voz de Thedy Correa.

Cum on Feel the Noize
Versão original: Slade



Sério, eu fiquei perplexo quando descobri que essa música é um cover. Nunca tinha ouvido falar de Slade na minha vida. Cum on Fell the Noize faz parte do lado B do álbum
I'm Mee, I'm Now, an' That's Orl, de 1973. A música entrou direto como n° 1 nas paradas britânicas. Uma banda do próprio Reino Unido não conseguia o fato desde 1969, quando Get Back dos Beatles estreiou logo no topo. No Hot 100 da Billboard dos EUA, o sucesso não foi tão grande, alcançou apenas a 98ª posição. Por questões de censura, a música pode ser encontrada com o título Come on Feel the Noise.

Versão cover: Quiet Riot



O que dizer?! A versão de 1983 do Quiet Riot foi (é) uma febre e com certeza é uma das melhores covers de todas. A música foi interpretada de uma maneira totalmente farofa, fazendo dela praticamete um hino do rock dos anos 80. O sucesso dessa versão na Hot 100 da Billboard foi bem melhor do que a original: 5ª posição.

You Really Got Me
Versão original: The Kinks



The Kinks é uma banda britânica formada em 1964 que fez parte da "Invasão Britânica" à América. Grande parte de sua fama é graças à essa canção. You Really Got Me faz parte do álbum Kinks,
lançado em 1964. è uma das primeiras canções a utilizarem power chord, fazendo com que ela fosse considerada por alguns criticos como uma das canções que criaram o havy metal.

Versão cover: Van Hallen



Vemos aqui a influência da música no metal. No seu Álbum de estreia, em 1978, o Van Halen lançou a cover, que geralmete era tocada nas radios junto com a clássica Eruption.

COVERS QUE NUNCA DEVERIAM SER FEITAS

D'yer Mak'er
Versão original: Led Zeppelin



Led é a maior banda de rock na minha opinião. a dupla Page e Plant era genial, o baterista um dos melhores de todos os tempos e John Paul Jones um músico completo.
D'yer Mak'er é uma música que prova a versatilidade e o conhecimento musical desses caras. Um reggae, tocado pela banda ícone do rock pauleira. Foi lançada em 1973 no álbum Houses of The Holy. Como toda a banda grande, memorável, sua música é alvo de homenagens... E LIXO.

Versão cover: Babado Novo



Vocês nunca vão saber a frustração que eu senti ao ouvir esses acordes do diabo pela primeira vez. É frustrante. Tão frustrante quanto chavecar uma menina numa festa e depois descobrir que ela é um traveco. O axé music baiano deveria se resumir a mulheres gostosas, bunda e onomatopeias. Pra quê estragar o que tava bem feito?!?!?

I Love Rock and Roll
Versão original: The Arrows




Taí uma música que poderia ter entrado como uma das melhores covers. Me refiro à cover de Joan Jett , óbvio. The Arrows (mais uma one hit band) foi formada em 1974 e, em 1975, lançou essa música que agradou a todos, até quem não devia...

Versão cover: Britney Spears
(por restrição no youtube, o video não pode ser incorporado ao blog, se quiser ver o vídeo com a gostosa dançando, clique aqui



Mais uma vez provando que mulheres gostosas tendem a destruir tudo em que se intrometem, Britney conseguiu fazer com que um hino do rock fosse rebaixado ao pop imundo americano. A cover só não é um terror completo pois essa moça dava um caldo bão demais. Britney lançou essa aberração sonora em 1995 no álbum chamado... Britney.

My Generation
Versão original: The Who



The Who é uma das bandas mais importantes da história da Grã Bretanha, é da mesma época que os Beatles e Rolling Stones. Enquanto esses usavam e abusavam das melodias, o Who fazia um som de macho.
My Generation é um dos seus clássicos, está no panteão do rock n' roll e na cabeça de todas as listas sobre o gênero musical que se possa imaginar. My Generation é do álbum homônimo de 1965.

Versão cover: Hilarry Duff



Só mesmo o mestre Dante Alighieri para encontrar palavras que descrevam essa monstruosidade. Tomei conhecimento dessa versão (seria melhor agressão) fazendo pesquisas para esta matéria. Pobre de mim. Não fiz questão de saber nada sobre essa tragédia, nem ano de lançamento, nem álbum nem nada. Damn you mothafucka bitch!

Behind Blue Eyes
Versão original: The Who




Mais uma vez The Who! Pobres coitados. Essa música é uma obra-prima, aquela famosa "A Baladinha" da banda, lançada em 1971 no álbum Who's Next? e regravada por vários artistas. Inclusive...

Versão cover: Limp Bizkit



Essa música surgiu na minha vida primeiro por essa versão, no mínimo, catastrófica
. Foi uma reação inversa às que eu tenho com covers podres. Primeiro, eu a ouvi dos distintos rapazes do Limp Bizkit, em 2003, e pensei: "Uau, que saco". Alguns anos depois que me foi revelado que essa música era do Who. A versão é extremamente ruim, não só pela forçação do vocalista, mas pelas alterações infelizes na letra e na estrutura da música. POR QUÊ DIABOS DEUS PERMITE ESSAS COISAS?!

Festa no Apê (Dragostea Din Tei)
Versão original: O-Zone



Essa é certamente a maior aberração da lista. Uma musica ruim com uma cover pior ainda. Essa banda romena, formada por rapazes claramente heterossexuais, lançou o hit no fim de 2003 que em 2004 empesteou o mundo. A praga deve ter sido trinta milhões de vezes maior no nosso querido país tropical, amaldiçoado por Satã e corrupto por natureza.

Versão cover: Latino



Essa cover salvou o latino de um hiato produtivo de alguns anos. Quem conhece a verdadeira genialidade do cara sabe que Vitrine é a sua Starway to Heaven (bicho, Thururururururu jogou teu charme em mim é um verso genial). Pra fechar essa lista bizarra nada melhor que o cara mais bizarro do país cantando essa música originalmente bizarra.

Foi muito difícil selecionar 5 músicas apenas de cada tópico. Muitas ficaram de fora. Eu selecionei as que mais me chamam a atenção e que são relativamente populares. Quem sabe não fazemos uma continuação para este tópico.

Esse post não conteve muito preconceito, ironia, rancor, ódio, nerdice. Se você está chocado, ligue para (27) 9961 9661(número fictício) e fale com Batata. Não seremos os mesmos até ele voltar ao normal.

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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Modo Versus: Galdalf vs Dumbledore vs Paulo Coelho


6 de Janeiro- Especial dos Três Gays Magos

Sim, esse é um modo versus especial, um modo versus triplo. Confrontaremos os três maiores místicos conhecidos da humanidade, também conhecidos como os Três Gays Magos. Num mundo cada vez mais homossexual, essa é a nossa homenagem ao lado arco-íris do mundo, fazemos isso esperando que no futuro respeitem nossa hetero-sexualidade e nossa intolerância extrema a boiolagem (ou a algum cara nos cantando) . A mágia é porpurinada.


Gandalf (ou Gandalf the Gay) é um mago porreta, mas que desde os primórdios do simarilião não houve relatos de uma relação qualquer com mulheres. Porém, confirmamos sua homo-sexualidade por conta do ator que o interpretou (Ian McKellen) ser gay assumido. Alguém pode perguntar-nos:
-Mas só porque o ator é gay quer dizer que o personagem também é gay?
Nossa resposta é elegantemente simples:
-Sim.
Além do mais, nenhum hetero que se preze carregaria um anel de rubi e um cajado por milênios e ainda sim não ter traçado NENHUMA mulher. Outra pessoa pode ainda falar:
-Mas talvez ele seja apenas assexuado?
Verdade, ele poderia não ter um pênis (explicaria porque ele se importa tanto com o destino do mundo), todavia, o ator dele é gay e pronto. Como último comentário, Gandalf tinha uma atrações por anéis, se é que você me entende. Como brinde, a página do Ian do seu ativismo gay http://www.mckellen.com/activism/index.htm

Albus Dumbledore é com certeza gay, além dos usuais sintomas, assim como: ausência de relações heteros, excentricidade, vestir de maneira estranha, bondade, elegância, educação, afinidade por varinhas e outros objetos fálicos, a autora afirmou que ele é gay.
Ele foi apaixonado por Gerardo Grindelwald, tiveram uma briguinha (aposto que era para decidir quem era o passivo) e o matou com uma varinha (aposto que foi dolorido).
Há ainda teorias que ele era um pederasta. Ele tinha o álibi perfeito, foi diretor de Hogwartz, local perfeito para aliciar menores sem gerar suspeitas. Seu grande interesse por Harry Potter também é visto com grande suspeita, uma vez que o conteúdo de seus longos encontros na sala do diretor é desconhecida.

Paulo Coelho será considerado gay pois ele já deu e pronto. Um cara que que escreve sobre filosofia, é mensageiro da paz e já teve relações homo pelo menos três vezes é gay e já era.
Sobre a vida dele, ele é escritor, já foi hippie, já foi drogado, já foi satanista, já deu a bunda, já escreveu letras de música (inclusive a versão de "I will survive" "Eu Sobrevivo" cantada por Vanusa) e faz rituais de magia.
Houve uma vez que foi comparado com um carro em um comercial, foi um dos comerciais mais estranhos da televisão. Ele ganhou apenas no quesito números de obras publicadas. Sem querer fazer propaganda ou arriscar ser processado, se quiser conhecer mais dele vai para o site e não me conte http://www.paulocoelho.com.br/

Na batalha de hoje teremos cinco quesitos: moda, popularidade, prêmios, dinheiro e tapa. Que comece o massacre:

Moda:
Gandalf não troca de roupa então está desqualificado. Paulo Coelho usa coisas caras e modernas, porém Dumbledore é o puro fashion mágico, suas vestes chamam a atenção até do ministério da Magia. Ponto para Dumbledore.
Popularidade:
Aqui usamos o quesito Google para resolver. Gandalf com 5.370.000 de resultados, Dumbledore com 2.300.000, e Paulo Coelho com 4.000.000. Ponto para Gandalf.

Prêmios:
Paulo Coelho ganha aqui. Apesar de Dumbledore ter ganhado o prêmio Barnabus Finkley e Gandalf ter ganhado o título o branco, Paulo os supera em quantidade. Um premio memorável que ele ganhou foi um Premio Bambi de Personalidade Cultural do Ano, nada mais apropriado, não acham? Ponto para Paulo Coelho.

Dinheiro:
Podemos eliminar Gandalf, que não tinha tantos pertences assim. Tanto Dumbledore quanto Paulo Coelho possuem grande quantidade de dinheiro, porém como não se há noção de quanto Dumbledore possuia antes de ser morto no final do sexto livro e a conversão ser difícil para o nosso dinheiro, os dois ganham. Ponto para Dumbledore e Paulo Coelho.

Tapa:
Paulo Coelho é só um trouxa que acredita fazer magias, Dumbledore tem uma dúzia que ele ativa balançando a varinha, mas Gandalf é um maiar poderoso que não tem mais medo de usar o anel. Depois de uns trocadilhos infames, Gandalf ganha. Ponto para Gandalf.
Temos em empate com 2X2X2. Para desempate usaremos um quesito surpresa.

Piru:
Dumbledore se apaixomou por um e o perdeu. Paulo diz que só teve três para ele. Mas Ian, quero dizer, Gandalf é um gay assumido, pode se presumir então incontáveis relações homossexuais.

Gandalf ganha a competição, Gandalf pode ser considerado o mago mais poderoso e gay dentre os três. Parabéns.
Já dizia Merlin:
"Na minha época, era homem com homem."

Até a próxima competição, com menos trocadilhos homossexuais.

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